Alfrocheiro é uma casta nobre cultivada em diversas regiões de Portugal como Bairrada, Tejo, Douro e Alentejo mas onde é mais representativa é na região do Dão. No Douro também pode ser designada de “Tinta Bastardinha” ou “Tinta Bastardeira” e em Viseu é conhecida como “Tinta Francesa” ou “Tinta Francisca de Viseu”.
A designação de Vinho Verde tem gerado muitas dúvidas e confusões ao longo do tempo. Há quem pense que se trata de um estilo de vinho, há outros que acham que é um vinho feito com uvas verdes e ainda quem diga que se deve a uma tonalidade esverdeada adquirida pelo vinho. Nenhuma destas afirmações é verdadeira.
Um vinho rosé é um vinho que apresenta uma cor rosada, com tonalidades diferentes, que variam desde o rosa salmonado até à groselha. A cor rosada que os vinhos apresentam é conseguida através do contato das películas das uvas tintas com o mosto. Os pigmentos da casca da uva dão a cor ao rosé e o tempo de maceração ou a intensidade da prensagem determina a cor mais ou menos rosada que o enólogo pretende.
Diz-se que um vinho “sabe a rolha” quando tem um aroma desagradável a mofo, a cartão molhado ou a jornal molhado. A indústria designa este aroma por TCA e a comunidade científica por: 2, 4, 6, tricloroanisol. Mas o que é o TCA?
Provavelmente, junto do seu círculo de amigos, já ouviu conversas e referências a vinhos naturais. Aliás, parece que falar de vinhos naturais está “na moda” e começa a despertar a curiosidade de muitos. Mas, afinal o que são vinhos naturais? Os vinhos naturais são de facto a tendência do momento mas a sua génese está no passado, ou melhor dizendo, na origem. Encontrar a expressão mais pura do terroir e privilegiar práticas de agricultura sus
A acidez condiciona a estabilidade, a cor e as características sensoriais do vinho. Define o seu caráter, dá-lhe longevidade, frescura, e vivacidade. Um vinho com acidez equilibrada estimula a salivação e o interesse do provador, deixa uma sensação de frescura e limpa o palato sendo muito importante para a harmonização com comida.
Todos já ouvimos mencionar o termo taninos quando se conversa sobre vinhos. Mas, o que é o tanino? O tanino é um componente orgânico, que a comunidade científica designa de polifenol, e encontra-se presente em plantas, sementes, madeira, folhas e cascas de frutos. A sua função é protegê-los contra insetos, radiação ultravioleta e infeções microbianas.
Vinhas Velhas é uma expressão que todos já vimos escrito nos rótulos de alguns vinhos. Mas, o que têm de especial as uvas provenientes de vinhas velhas? Porque é que esses vinhos são tão únicos e ás vezes mais caros?
Quando instintivamente levamos um copo de vinho ao nariz a nossa memória olfativa vai associar os aromas do vinho a elementos que nos são familiares e que são evocados assim que sentimos determinados aromas. Mas o que o que é aroma?
A temperatura de serviço é muito importante para que possamos experienciar todo o potencial de um vinho. Se a temperatura for demasiado fria a acidez e os taninos ficam mais acentuados e a componente aromática pode perder-se. Se provarmos um vinho que está a uma temperatura demasiado quente o álcool e a doçura tendem a destacar-se.
A resposta? Os dois. Um vinho Palhete é um vinho tinto obtido de curtimenta parcial de uvas tintas, ou de curtimenta de castas tintas e brancas em que o valor de uvas brancas não pode ultrapassar 15% do total das uvas utilizadas, e com um teor alcoólico que ronda os 11,5%. Clarete é um vinho tinto obtido através de curtimenta parcial de uvas tintas com um teor alcoólico que também ronda os 11,5%.
A resposta? Depende. Tudo começou numa época em que os vinhos mais deputados como os Bordeaux tintos tinham uma concentração muito elevada de taninos. Esta característica era muito útil para preservar o vinho nas longas viagens de navio, no entanto, também tinha um grande problema associado: os vinhos jovens eram intragáveis e necessitavam de anos de maturação para amaciar os taninos. Nos dias de hoje, vários fatores influenciam a longevida
É difícil afirmar, com precisão, qual a procedência das primeiras vinhas no arquipélago dos Açores. Há registos que indicam que os primeiros bacelos vieram da ilha de Chipre para as ilhas do Pico e São Jorge, há outros que indicam que vieram da Ilha da Madeira.
Amêijoas, camarões, ostras, caranguejos, sapateira ou lagosta estão entre os mariscos mais populares e apreciados do mundo. Portugal, banhado pelas frias águas do Atlântico é um paraíso para inúmeras espécimes. Esta intrínseca ligação marítima explica a extensa lista de pratos de mar que fazem parte da sua gastronomia.
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