Quinta do Espinho Reserva Tinto 2014

WVQERT14

11,45 €

Produzido com as castas Touriga FrancaTinta RorizTouriga Nacional das vinhas da Quinta do Espinho, na margem sul do rio Douro com a foz do rio Távora. Depois de vinificado em lagares tradicionais de granito, envelheceu 9 meses em cascos de carvalho francês de 500 litros.
Muito frutado no nariz, notas de madeira nova. Cheio na boca, complexo com notas de frutos e especiarias. Fresco e final longo com taninos maduros.

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Adega 2014 Quinta do Espinho Reserva Tinto
Douro DOC
Ano Touriga Franca, Tinta Roriz e Touriga Nacional
Volume Teor Alcoólico: 14% Volume
Capacidade: 75 cl
Harmonizações Ideal para acompanhar carnes vermelhas, caça e queijos
Deve ser consumido à temperatura de 16º a 18ºC
Prémios do Vinho Commended Winner - Decanter World Wine Awards 2018

A Quinta do Espinho ocupa 20 hectares sobre a foz do rio Távora com a margem esquerda do rio Douro, o centro do cultivo vitivinícola do vale do Douro, na sub-região do Cima Corgo, onde estão localizadas algumas das quintas emblemáticas do vinho do porto.
O Douro, Património Mundial da Humanidade, é uma das regiões produtoras de vinho mais antigas estabelecidas em todo o mundo, com um dos terroirs mais distintivos da história da viticultura mundial.
A história da quinta remonta à demarcação original das vinhas do vinho do Porto por ordem do Marquês de Pombal em 1756, quase um século antes de Bordéus.
A Quinta do Espinho pertence à família Macedo Pinto há várias gerações. Com origem em Tabuaço, granjearam na região extensas áreas de vinha e participaram ativamente na regulação sócio-económica do vinho do Porto e iniciativas de valorização da região.
Várias são as referências a esta família na atividade vinícola do Douro. No livro “Devassa que mandou proceder sua Majestade no território do Alto Douro” de A. Mesquita e Moura, de 1771-1775, na pág. 1005, transcreve-se a carta do Conde de Oeyras, Marquês de Pombal, de 15 de Fevereiro de 1755, que menciona a Luísa Maria de Silva, da Quinta do Espinho, a venda de 220 pipas a Nicolau Copque (Kopke). No nono volume do Dicionário “Portugal Antigo e Moderno”, de Augusto Soares de Azevedo Barbosa Pinho Leal, editado em 1880, a família Macedo Pinto é referida como proprietária da “a melhor e mais extensa vinha de Portugal, e poucas no estrangeiro se lhe avantajariam. Podia produzir dezenas e dezenas de pipas do famoso Port-Wine”.
Um dos ramos da família Macedo Pinto retomou há trinta anos o projeto vitivinícola da Quinta do Espinho orientado para a produção de uvas de qualidade e de vinhos de quinta.

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