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Vinhos Imperfeitos D&V Branco 2018 Ver maior

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Vinhos Imperfeitos D&V Branco 2018

147,00 €

Feito de uvas de duas regiões diferentes: Dão e Vinhos Verdes. O objetivo é juntar numa única garrafa o melhor que podemos obter dos dois mundos, acreditando que a união faz a força. Foi escolhido um lote de vinho branco 2018 da região do Dão, caracterizado pela sua profunda complexidade aromática, elegância, volume de boca e garantida longevidade. Este foi casado com um lote de vinho branco da região dos Vinhos Verdes, de pulso...

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Produtor Carlos Raposo Vinhos Imperfeitos
Região Dão e Vinho Verde
Castas Avesso, Alvarinho, Esgana Cão, Rabo de Ovelha, Encruzado, Malvasia fina, Douradinha, Barcelo, Branda, entre outras.
Solo Dão: Antigamente os viticultores plantavam as suas parcelas de vinha com diferentes castas de modo a obter um vinho equilibrado, unicamente com a sua vinha. Composta por mais de 7 castas brancas, as uvas responsáveis por esta parte do lote são de vinhas centenárias, com as características, da sub-região Terras de Senhorim.
Vinho Verde: Estas uvas foram colhidas de uma vinha antiga na sub-região de Sousa, região fresca, de solos ricos e graníticos, adequados ao estilo de vinho que procurou para este lote.
Vinificação Dão: O grande desafio nestes casos é vindimar a vinha na sua maturação perfeita, tendo em conta que cada casta tem o seu próprio “tempo” de maturação.
A vindima foi no dia 15 de Setembro, depois de uma seleção criteriosa à porta da adega as uvas foram prensadas com engaço muito lentamente e o mosto encaminhado delicadamente para uma cuba de inox. Controlando com precisão a temperatura este mosto fermentou com as suas leveduras indígenas, assim preservando os seus aromas naturais. O seu estágio prolongado teve lugar em barrica usada de carvalho francês expressamente escolhidas para este lote.
Vinho Verde: Sendo a data de vindima, o “Terroir” e as castas crucial para o sucesso deste lote, vindimamos as castas de Avesso e Alvarinho em dias diferentes. As uvas foram transportadas cuidadosamente em caixas de 25 kg para a adega, selecionadas com a ajuda de uma mesa de escolha e encaminhadas para uma prensa que delicadamente separou a polpa das grainhas e películas. O mosto foi cuidadosamente enviado para uma cuba de inox onde lentamente fermentou com as suas leveduras indígenas, assim conseguindo o mais puro que a natureza nos dá. Tendo este vinho ficado em contacto com as suas “borras finas” desde a fermentação, apresenta um carácter singular típico da casta Avesso e Alvarinho.
Estágio Em cuba de inox, barrica da região de Borgonha “puligny montrachet” e cuba antiga de cimento de 1962.
Volume Teor Alcoólico: 12% Volume
Capacidade: 75 cl
Temperatura 10ºC - 12ºC
Harmonizações Pratos de peixe grelhado. Mariscos delicados (Lavagante, Lagosta, Camarão) e carnes brancas. Sugestões vegetarianas: vegetais salteados, saladas e pratos com queijo.
Prémios do Vinho 18,5 Pontos - Revista de Vinhos

Desde cedo que Carlos Raposo se apercebeu da sua ligação com a natureza, por essa razão aos 16 anos seguiu enologia e viticultura na escola CVR Bairrada.

Aos 20 anos de idade, partiu para França, onde estudou durante sete anos em Bordeaux e Borgonha. Obteve a licenciatura em Viticultura na Universidade de Borgonha e o mestrado em Enologia na Universidade de Bordeaux.

Durante os seus estudos, trabalhou no Château Smith Haut Lafitte e Château Malescot Saint Exupery em Margaux. Depois disso, procurou outras experiências e trabalhou na quinta Sardónia em Ribera del Duero (Espanha), Robert Craig em Napa Valley (EUA) e Stuart Wines Company em Heathcote (Austrália).

Em 2011, aos 27 anos, voltou definitivamente para Portugal onde começou a trabalhar com o Dirk Niepoort. Apesar de jovem, a sua experiência pelo mundo fora, paixão e dedicação tornou-o o homem chave de Dirk, na Quinta de Nápoles, no Douro. Trabalhou arduamente para esculpir vinhos deliciosos como o Batuta, elegantes como o Coche, com carácter como o Robustus e Redoma. Mas também o Turris e todos os outros projetos que ele agarrou, desde o Dão até aos Vinhos Verdes. Carlos deixou parcialmente a Niepoort em meados de 2018, continuando a trabalhar juntamente com o Dirk no projeto Vinhos Verdes.

Em 2018, voltou às origens, criando o seu próprio projeto chamado Vinhos Imperfeitos. Carlos é natural da região do Dão, conhece muito bem o potencial da região e há muito que idealizou os vinhos que ali quer fazer:

Adoro vinhos brancos frescos, minerais, complexos, profundos e tintos com uma ponta de rusticidade, floresta e especiarias. Acredito que a região do Dão é perfeita para este tipo de vinhos, pensando sempre no potencial de envelhecimento, nos brancos e tintos feitos pelo Eng. Cardoso de Vilhena no centro de estudos do Dão, uma referência mundial, no patamar dos melhores néctares deste nosso mundo, muito perto do céu… sim é isso que quero fazer!

Seco Doce
Sem madeira Estágio barrica
Leve Encorpado
Beber já Para a cave

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