Etnom Canada dos Ladrões Verdelho 2021

34,50 €

O avô da Cátia Laranjo contava que, no tempo da II Guerra Mundial, alguns larápios voltavam à noite a remos da Baía da Horta onde tinham ido roubar embarcações e hidroaviões. Para não darem nas vistas, regressavam às suas casas pela Canada dos Ladrões. Não foram surripiar uvas, mas foram negociar as mesmas, elaborando assim o seu primeiro Verdelho do Pico. Vinho com frescura balanceada entre o aroma doce e frutado da casta...

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Produtor Cátia Laranjo
Região Açores - Ilha do Pico
Castas Verdelho (100%)
Vinificação Vindima manual, prensagem de cacho inteiro, decantação, 50% da fermentação alcoólica e estágio em barricas de Carvalho Francês com bâttonage e 50% da fermentação alcoólica em depósito de inox com bâttonage.
Estágio 50% do vinho em barricas de Carvalho Francês com bâttonage.
Capacidade 750 ml
Volume Teor Alcoólico: 12,5%
Temperatura 9ºC - 11ºC
Harmonizações Marisco, lapas, cracas, cavacos e peixes grelhados dos Açores.

"Nasci e cresci na Ilha do Pico, onde a subsistência desta ilha sempre esteve ligada à viticultura. Cresci com o meu pai neste sistema de uva, vinha, adega: de viticultura, poda, enxertia e queimadas." Cátia Laranjo

Cátia Laranjo até podia  ter outra aspiração na sua vida, de fazer algo completamente diferente, mas a verdade é que a sua primeira opção foi Enologia, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Depois de mais de 10 anos a trabalhar por diferentes regiões no continente português e pelo mundo, este é o seu projeto pessoal que nasceu da sua paixão por um dos melhores prazeres da vida, o vinho. É com orgulho que chama o Pico de casa, uma das melhores regiões do mundo para vinhos brancos.

A paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, Património Mundial da Unesco desde 2004, deixa qualquer um, seja ele apreciador de vinho ou não, rendido e maravilhado com todo o trabalho árduo à volta dos “currais” e da viticultura extrema que por ali se vive. Os “currais” ou “curraletas” são muros de pedra vulcânica solta erguidos desde tempos ancestrais para proteger as vinhas dos ventos marítimos criando uma paisagem incrível. Assim dita a frase: ‘E da pedra se fez vinho’, e ainda se faz, prova da resiliência de um povo picaroto e açoriano, ao qual com orgulho se junta, nessa geração futura que quer manter o nome Pico no mapa dos grandes vinhos do Mundo.

Seco Doce
Sem madeira Estágio barrica
Leve Encorpado
Beber já Para a cave

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