Lista de produtos por produtor Quinta do Olival da Murta

A Quinta do Olival da Murta é uma estrutura agrícola tradicional de natureza familiar, desenvolvida ao longo de quatro gerações. Encontra-se situada na Estremadura, a 80 Km da Cidade de Lisboa, junto à Serra de Montejunto.
Como é característico destes espaços rurais, em torno da produção principal de uva e vinho, surgiu ao longo do tempo uma grande variedade de actividades complementares que, de forma orgânica, integram uma unidade diversificada e rica em histórias e saberes tradicionais. Uma história que hoje nos ensina de novo a respeitar a natureza e a valorizar a utilização de métodos de produção ambientalmente sustentáveis.


Região de Lisboa
A Quinta do Olival da Murta possui, desde a sua origem, uma história de produção de uva e vinho. As vinhas estão localizadas num vale protegido, com encostas orientadas maioritariamente a sul/poente, que se estendem em redor do conjunto edificado principal. Com terrenos de grande influencia Altlântica e do micro clima da vertente norte da Serra de Montejunto caracterizado pela grande amplitude térmica, a Quinta encontra-se situada na Sub região de Óbidos, uma das nove denominações de origem da “Região de Vinhos Lisboa”, que se caracteriza por vinhos tintos aromáticos, ricos em tanino e com grande capacidade de envelhecer em garrafa, e uma grande diversidade de brancos frescos e equilibrados.


Vinho Serra Oca
O Serra Oca continua a tradição portuguesa de produção de vinhos de lote, partindo de três castas portuguesas, Aragonês, Castelão e Touriga Nacional, com viticultura não intensiva e sem utilização de herbicidas. Vindima manual, as uvas são vinificadas de forma tradicional com as leveduras naturalmente presentes. Repousa pelo menos 18 meses em barricas de carvalho francês e beneficia de um longo estágio em garrafa antes de ser comercializado, resultando um vinho de perfil vertical, cor rubi, fresco e com final de boca prolongado, gastronómico por excelência.


Inspiração atlântica
O escritor José Saramago refere por diversas vezes a serra de Montejunto … “vai Blimunda tomando nota do caminho na sua memória, aquele monte, aquela mata … tanto andámos que chegámos, Monte Junto, passarola”. Para os montanheses o horizonte é vasto. A terra e o mar interpenetram-se ” De uma ponta à outra, de Sintra à Serra da Neve, Montejunto, a montanha está rota por baixo e o mar entra por ela dentro”.Do seu grande número de grutas e algares, dos sulcos da montanha e dos olhos de água, as suas gentes dizem que os seu lagos não secam por não ter fundo … alimentando lendas de tesouros e mouras encantadas que “comunicam” algures com o mar ou outras paragens desconhecidas.



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